Os profissionais possuem deveres e responsabilidades funcionais e cabe às lideranças acompanhar o seu cumprimento.
No ambiente de trabalho, é natural que existam orientações, cobranças e até divergências profissionais. Nem toda exigência feita no exercício das funções caracteriza assédio moral. Compreender essa diferença é fundamental para a construção de relações profissionais respeitosas, éticas e colaborativas.
Os profissionais possuem deveres e responsabilidades funcionais e cabe às lideranças acompanhar o seu cumprimento. Quando essa atuação ocorre de forma respeitosa, ela é legítima. Cobrar resultados, solicitar o cumprimento da jornada de trabalho e realizar críticas construtivas fazem parte da gestão e não configuram assédio moral.
O assédio moral se configura por dois elementos centrais: a repetição e a intenção. Trata-se de uma conduta sistemática que expõe o profissional a situações vexatórias, humilhantes ou constrangedoras.
O objetivo não é a melhoria do desempenho, mas sim desestabilizar o indivíduo, visando prejudicar sua permanência ou seu estado emocional no ambiente de trabalho. Promover esse entendimento contribui para um ambiente de trabalho mais saudável, pautado no respeito, no diálogo e na responsabilidade coletiva.
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Publicado em 18/12/2025